sexta-feira, 4 de março de 2016

(“SAMURAI ASSASSINO”, KIHACHI OKAMOTO, JAP, 1965): (“UMA BATALHA CHAMBARA ÉPICA”)

(“SAMURAI ASSASSINO”, KIHACHI OKAMOTO, JAP, 1965)

(“UMA BATALHA CHAMBARA ÉPICA”):

(CRÍTICA POR RAFAEL VESPASIANO)





“O regime feudal no Japão está com os dias contados, o Xogunato está em conflito com o premier japonês e este está abrindo o país ao Ocidente (EUA). Um ronin (Toshiro Mifune), acaba se envolvendo na trama política dos poderosos, e, é contratado para assassinar o premier. O filme tem o seu enredo desenvolvido sem pressa, minuciosamente, para que o espectador entenda os meandros da política suja que estava sendo feita à época, contra os interesses do povo civil japonês, com a entrada dos EUA, para aproveitar-se do país.


E chega-se à batalha final: antológica, épica e belamente filmada e coreografada, que é o auge do filme e um dos mais belos momentos do cinema chambara japonês. Okamoto realiza um chambara ímpar.” 



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